Rui Barbosa
“A escravidão gera a escravidão, não só nos fatos sociais, como nos espíritos.”
Um dos membros fundadores da Academia Brasileira de Letras, o contato de Rui Barbosa com as causas abolicionistas veio logo na época da faculdade, quando ele cursava direito e resolveu fazer parte de uma sociedade abolicionista fundada por Castro Alves. Era um liberal irrestrito e defensor de todo e qualquer tipo de liberdade. Baiano de Salvador, nasceu em novembro de 1849 e viveu as mais diversas atividades profissionais: foi advogado, jurista, jornalista, ensaísta, orador, diplomata, deputado, senador, ministro e candidato a Presidente da República duas vezes!
José do Patrocínio
“Para que o país seja uma nação de fato, o primeiro passo é abolir a escravatura. O que é a escravidão senão o roubo do trabalho e a degradação desde o berço? O que é o senhor de escravos, senão um patrão que reduz a coisas, os seus operários? A escravidão passa de geração a geração, força os músculos da primeira, paralisa os movimentos voluntários da segunda, enerva o coração e deprime o cérebro da terceira.”
José do Patrocínio tinha motivos mais do que meramente ideológicos para ser um defensor da abolição. Esta era para ele também uma luta pessoal. Natural de Campos, no Rio de Janeiro, nasceu em outubro de 1854 filho de pai branco, padre, e de mãe negra, escrava. Fez faculdade de medicina, concluída aos 20 anos de idade, mas foi no jornalismo sua principal atuação. Em 1879 juntou-se a Joaquim Nabuco, Lopes Trovão, Teodoro Sampaio, entre outros, na campanha contra o regime escravocrata. Fundou ainda a Confederação Abolicionista, para a qual elaborou um manifesto que pregava a libertação dos escravos.
“A escravidão gera a escravidão, não só nos fatos sociais, como nos espíritos.”
Um dos membros fundadores da Academia Brasileira de Letras, o contato de Rui Barbosa com as causas abolicionistas veio logo na época da faculdade, quando ele cursava direito e resolveu fazer parte de uma sociedade abolicionista fundada por Castro Alves. Era um liberal irrestrito e defensor de todo e qualquer tipo de liberdade. Baiano de Salvador, nasceu em novembro de 1849 e viveu as mais diversas atividades profissionais: foi advogado, jurista, jornalista, ensaísta, orador, diplomata, deputado, senador, ministro e candidato a Presidente da República duas vezes!
José do Patrocínio
“Para que o país seja uma nação de fato, o primeiro passo é abolir a escravatura. O que é a escravidão senão o roubo do trabalho e a degradação desde o berço? O que é o senhor de escravos, senão um patrão que reduz a coisas, os seus operários? A escravidão passa de geração a geração, força os músculos da primeira, paralisa os movimentos voluntários da segunda, enerva o coração e deprime o cérebro da terceira.”
José do Patrocínio tinha motivos mais do que meramente ideológicos para ser um defensor da abolição. Esta era para ele também uma luta pessoal. Natural de Campos, no Rio de Janeiro, nasceu em outubro de 1854 filho de pai branco, padre, e de mãe negra, escrava. Fez faculdade de medicina, concluída aos 20 anos de idade, mas foi no jornalismo sua principal atuação. Em 1879 juntou-se a Joaquim Nabuco, Lopes Trovão, Teodoro Sampaio, entre outros, na campanha contra o regime escravocrata. Fundou ainda a Confederação Abolicionista, para a qual elaborou um manifesto que pregava a libertação dos escravos.
21 Mai Temos presenciado o Barão de Araruna às voltas com suas sandices em Sinhá Moça. Até a mulher e a filha ele mandou para a senzala! Não tão perversos quanto o Coronel Ferreira, diversas personalidades históricas também perderam o juízo por um ou outro motivo. Selecionamos algumas delas pra refrescar a cuca...
Napoleão Bonaparte – o estereótipo dos lunáticos
Em que representação de hospício não há um paciente achando que é Napoleão Bonaparte? O militar, no entanto, levou a fama sem deitar na cama. São inconsistentes os indícios que apontam para uma efetiva insanidade do ex-imperador francês. Durante a época de glória, Napoleão liderou o melhor exército da Europa, que o levou a conquistar boa parte do continente. A batalha derradeira do célebre general foi a de Waterloo, contra os ingleses. Napoleão foi exilado na ilha de Santa Helena, no meio do Atlântico Sul, onde morreu em 1821.
D. Maria I (A Louca) – o nome já diz tudo
Maria I foi Rainha de Portugal entre 1777 e 1816. O codinome "A Louca" veio por conta de uma doença mental que ela passou a manifestar nos últimos 24 anos de vida. Totalmente perturbada, perdeu o trono para o filho - o futuro D. João VI -, que virou príncipe-regente em 1799. Em novembro de 1807, D. Maria veio com a família real para o Brasil, fugindo de Napoleão Bonaparte. É que o então imperador - esse mesmo do texto acima que ficou estigmatizado como a imagem do louco - invadira Portugal com seu exército imbatível.
Friedrich Nietzsche – pensar enlouquece
Um dos filósofos mais venerados do século XIX, o alemão Friedrich Nietzsche se considerava um pensador incompreendido. Durante quase toda a vida, o filósofo sofreu de uma saúde debilitada e andava atormentado com suas angústias filosóficas. Em janeiro de 1889, Nietzsche enlouqueceu abruptamente na cidade de Turim e jamais recuperou a razão. Acometido pela sífilis, ele não resistiu às limitações da doença, que o teriam levado à loucura
Napoleão Bonaparte – o estereótipo dos lunáticos
Em que representação de hospício não há um paciente achando que é Napoleão Bonaparte? O militar, no entanto, levou a fama sem deitar na cama. São inconsistentes os indícios que apontam para uma efetiva insanidade do ex-imperador francês. Durante a época de glória, Napoleão liderou o melhor exército da Europa, que o levou a conquistar boa parte do continente. A batalha derradeira do célebre general foi a de Waterloo, contra os ingleses. Napoleão foi exilado na ilha de Santa Helena, no meio do Atlântico Sul, onde morreu em 1821.
D. Maria I (A Louca) – o nome já diz tudo
Maria I foi Rainha de Portugal entre 1777 e 1816. O codinome "A Louca" veio por conta de uma doença mental que ela passou a manifestar nos últimos 24 anos de vida. Totalmente perturbada, perdeu o trono para o filho - o futuro D. João VI -, que virou príncipe-regente em 1799. Em novembro de 1807, D. Maria veio com a família real para o Brasil, fugindo de Napoleão Bonaparte. É que o então imperador - esse mesmo do texto acima que ficou estigmatizado como a imagem do louco - invadira Portugal com seu exército imbatível.
Friedrich Nietzsche – pensar enlouquece
Um dos filósofos mais venerados do século XIX, o alemão Friedrich Nietzsche se considerava um pensador incompreendido. Durante quase toda a vida, o filósofo sofreu de uma saúde debilitada e andava atormentado com suas angústias filosóficas. Em janeiro de 1889, Nietzsche enlouqueceu abruptamente na cidade de Turim e jamais recuperou a razão. Acometido pela sífilis, ele não resistiu às limitações da doença, que o teriam levado à loucura
Baiano genial
Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em 14 de março de 1847, numa fazenda pastoril em Cabaceiras, no interior Baiano. Depois que sua família mudou-se para Salvador, o médico Antônio Alves, pai do poeta, dedicou-se à clínica de homens livres e escravizados, sendo que os últimos podiam ser por ele internados a módicos preços. “Nem que fosse de relance, o menino Castro Alves presenciou, na clínica paterna, patéticas cenas de cativos negros curvados pelo duro esforço produtivo, pela doença e pelos maus tratos”, conta Mário Maestri.
A doença como estímulo
Em 1863, já consciente de sua vocação poética, Castro Alves dedicou-se pouco aos estudos regulamentares e muito à poesia. Em meados de 1863, com apenas 16 anos, descobriu que uma das grandes enfermidades de seu século, a tuberculose, também o alcançara. “Talvez a consciência da enfermidade precoce tenha contribuído para a intensidade com que se entregou à poesia, à luta abolicionista e à vida”, opina o historiador.
Jovem precoce
Ainda com 16 anos, Castro Alves escreveu seus primeiros versos claramente abolicionistas. “Naqueles anos, tal fenômeno não era nem normal, nem natural. Os filhos das elites nasciam e cresciam considerando que a submissão e exploração dos cativos fizessem parte da ordem das coisas, como hoje, para os filhos das elites, é normal que eles sejam servidos por empregados domésticos. Talvez o fato de a fortuna da família Castro Alves não se encontrasse ligada, ao menos diretamente, à sorte da produção escravista tenha facilitado o distanciamento do menino em relação à ordem negreira”, esclarece Mário. Em 1868, o poeta chegou em São Paulo. Lá fixou residência e inscreveu-se na Escola de Direito, onde estudava também o futuro líder abolicionista Joaquim Nabuco
Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em 14 de março de 1847, numa fazenda pastoril em Cabaceiras, no interior Baiano. Depois que sua família mudou-se para Salvador, o médico Antônio Alves, pai do poeta, dedicou-se à clínica de homens livres e escravizados, sendo que os últimos podiam ser por ele internados a módicos preços. “Nem que fosse de relance, o menino Castro Alves presenciou, na clínica paterna, patéticas cenas de cativos negros curvados pelo duro esforço produtivo, pela doença e pelos maus tratos”, conta Mário Maestri.
A doença como estímulo
Em 1863, já consciente de sua vocação poética, Castro Alves dedicou-se pouco aos estudos regulamentares e muito à poesia. Em meados de 1863, com apenas 16 anos, descobriu que uma das grandes enfermidades de seu século, a tuberculose, também o alcançara. “Talvez a consciência da enfermidade precoce tenha contribuído para a intensidade com que se entregou à poesia, à luta abolicionista e à vida”, opina o historiador.
Jovem precoce
Ainda com 16 anos, Castro Alves escreveu seus primeiros versos claramente abolicionistas. “Naqueles anos, tal fenômeno não era nem normal, nem natural. Os filhos das elites nasciam e cresciam considerando que a submissão e exploração dos cativos fizessem parte da ordem das coisas, como hoje, para os filhos das elites, é normal que eles sejam servidos por empregados domésticos. Talvez o fato de a fortuna da família Castro Alves não se encontrasse ligada, ao menos diretamente, à sorte da produção escravista tenha facilitado o distanciamento do menino em relação à ordem negreira”, esclarece Mário. Em 1868, o poeta chegou em São Paulo. Lá fixou residência e inscreveu-se na Escola de Direito, onde estudava também o futuro líder abolicionista Joaquim Nabuco
O Navio Negreiro
O historiador Mário Maestri faz uma análise da mais célebre das poesias de Castro Alves: “Violenta bofetada nas elites escravistas, ‘O Navio Negreiro’ é certamente a poesia nacional mais conhecida. Nela, o navio tumbeiro é utilizado como alegoria da imensa nação que encobria, com sua bandeira, a ordem negreira. Após descrever um navio que, ao longe, navega alegre no oceano, o poeta aproxima-se dele para falar, com imagens pungentes, das mulheres e dos homens negros arrancados de sua terra e arrastados para a nação escravista. Na sexta e última parte do poema, amaldiçoa a bandeira e a nacionalidade que se prestavam a esse crime.”
Experiências sensuais nas poesias
O historiador conta que, em relação às poesias de amor - como ‘O Laço de Fita’, que Rodolfo já recitou para Sinhá Moça na trama - o jovem Castro Alves afastava-se radicalmente dos outros escritores românticos de seu tempo. “Os biógrafos de Castro Alves destacam o caráter profundamente sensual de sua poesia lírica. Quando descrevia, com sensíveis imagens, os alvos ou morenos seios de seus amores, não se tratavam de gentis metáforas sobre a feminilidade de suas musas, mas sim da sublimação poética de experiências materializadas”, explica Mário.
Castro Alves nos dias de hoje
Apesar de expressar em grande parte os problemas dos escravos, a obra de Castro Alves mantém a atualidade por conta de suas mensagens de luta contra as injustiças sociais. “Ao expressar as contradições sociais profundas de sua época, a poesia de Castro Alves jamais gozou ou poderia gozar de um reconhecimento social unânime. Mais de 130 anos após a morte do poeta, o espectro de sua obra continua a rondar a consciência dos vivos com o seu grito desesperado de liberdade social”, conclui Mário Maestri.
O historiador Mário Maestri faz uma análise da mais célebre das poesias de Castro Alves: “Violenta bofetada nas elites escravistas, ‘O Navio Negreiro’ é certamente a poesia nacional mais conhecida. Nela, o navio tumbeiro é utilizado como alegoria da imensa nação que encobria, com sua bandeira, a ordem negreira. Após descrever um navio que, ao longe, navega alegre no oceano, o poeta aproxima-se dele para falar, com imagens pungentes, das mulheres e dos homens negros arrancados de sua terra e arrastados para a nação escravista. Na sexta e última parte do poema, amaldiçoa a bandeira e a nacionalidade que se prestavam a esse crime.”
Experiências sensuais nas poesias
O historiador conta que, em relação às poesias de amor - como ‘O Laço de Fita’, que Rodolfo já recitou para Sinhá Moça na trama - o jovem Castro Alves afastava-se radicalmente dos outros escritores românticos de seu tempo. “Os biógrafos de Castro Alves destacam o caráter profundamente sensual de sua poesia lírica. Quando descrevia, com sensíveis imagens, os alvos ou morenos seios de seus amores, não se tratavam de gentis metáforas sobre a feminilidade de suas musas, mas sim da sublimação poética de experiências materializadas”, explica Mário.
Castro Alves nos dias de hoje
Apesar de expressar em grande parte os problemas dos escravos, a obra de Castro Alves mantém a atualidade por conta de suas mensagens de luta contra as injustiças sociais. “Ao expressar as contradições sociais profundas de sua época, a poesia de Castro Alves jamais gozou ou poderia gozar de um reconhecimento social unânime. Mais de 130 anos após a morte do poeta, o espectro de sua obra continua a rondar a consciência dos vivos com o seu grito desesperado de liberdade social”, conclui Mário Maestri.
FÃ DE EÇA DE QUEIROZ
Um dos maiores autores da literatura portuguesa, Eça de Queiroz caiu nas graças de Ana do Véu! Autor de romances que são um clássico no nosso idioma, o escritor é reverenciado até os dias de hoje. Conheça um pouco sobre a vida e a obra do romancista que tem feito a imaginação da personagem de Sinhá Moça viajar por um mundo cheio de novas sensações!
‘O PRIMO BASÍLIO’- CONHEÇA A HISTÓRIA
Publicado em 1878, “O Primo Basílio” que tanto fascina Ana do Véu faz uma análise sobre o casamento e o comportamento burguês da sociedade lisboeta da época. Luísa, a personagem principal, é frágil, sonhadora e romântica. Ela é casada com Jorge, um engenheiro, mas não o ama. Certa vez, Jorge viaja e Luísa fica sozinha, entregue a uma vida de tédio, já que não tem ocupação. Um dia, recebe a visita de seu primo Basílio, antigo namorado, recém-chegado do Brasil. Os dois tornam-se amantes em pouco tempo. Mas Luísa não contava com a sordidez de Juliana, sua criada. A serviçal descobre o relacionamento e intercepta a correspondência da patroa. De posse das cartas comprometedoras do casal de amantes, Juliana chantageia Luísa. Esta, desesperada, propõe a Basílio que fujam, mas ele não aceita a proposta e parte sozinho para Paris. À mercê de Juliana, Luísa não tem outra saída: é obrigada a fazer o serviço doméstico no lugar da empregada e sua situação fica insustentável. Jorge retorna e estranha bastante a condição da mulher. Desesperada, Luísa pede ajuda ao amigo Sebastião, que pressiona Juliana e recupera as cartas comprometedoras. A criada morre. Luísa fica doente em seguida. Um dia, recebe de Basílio uma carta, que Jorge lê. É dessa forma que ele toma conhecimento das relações entre a mulher e o primo. Quando mostra a carta a Luísa, ela, num gesto romântico, mas quase convalescente, delira e entra em estado irrecuperável. Acaba morrendo.
Um dos maiores autores da literatura portuguesa, Eça de Queiroz caiu nas graças de Ana do Véu! Autor de romances que são um clássico no nosso idioma, o escritor é reverenciado até os dias de hoje. Conheça um pouco sobre a vida e a obra do romancista que tem feito a imaginação da personagem de Sinhá Moça viajar por um mundo cheio de novas sensações!
‘O PRIMO BASÍLIO’- CONHEÇA A HISTÓRIA
Publicado em 1878, “O Primo Basílio” que tanto fascina Ana do Véu faz uma análise sobre o casamento e o comportamento burguês da sociedade lisboeta da época. Luísa, a personagem principal, é frágil, sonhadora e romântica. Ela é casada com Jorge, um engenheiro, mas não o ama. Certa vez, Jorge viaja e Luísa fica sozinha, entregue a uma vida de tédio, já que não tem ocupação. Um dia, recebe a visita de seu primo Basílio, antigo namorado, recém-chegado do Brasil. Os dois tornam-se amantes em pouco tempo. Mas Luísa não contava com a sordidez de Juliana, sua criada. A serviçal descobre o relacionamento e intercepta a correspondência da patroa. De posse das cartas comprometedoras do casal de amantes, Juliana chantageia Luísa. Esta, desesperada, propõe a Basílio que fujam, mas ele não aceita a proposta e parte sozinho para Paris. À mercê de Juliana, Luísa não tem outra saída: é obrigada a fazer o serviço doméstico no lugar da empregada e sua situação fica insustentável. Jorge retorna e estranha bastante a condição da mulher. Desesperada, Luísa pede ajuda ao amigo Sebastião, que pressiona Juliana e recupera as cartas comprometedoras. A criada morre. Luísa fica doente em seguida. Um dia, recebe de Basílio uma carta, que Jorge lê. É dessa forma que ele toma conhecimento das relações entre a mulher e o primo. Quando mostra a carta a Luísa, ela, num gesto romântico, mas quase convalescente, delira e entra em estado irrecuperável. Acaba morrendo.
OUTRAS OBRAS
Além de “O Primo Basílio”, Eça de Queiroz escreveu muitas outras obras que também se tornaram célebres. “O Crime do Padre Amaro” (1875-1876), “O Mandarim” (1880), “A Relíquia” (1887) e “Os Maias” (1888) – romance que já foi adaptado por Maria Adelaide Amaral para uma minissérie na TV Globo – são alguns exemplos.
A VIDA DO ESCRITOR
José Maria de Eça de Queiroz nasceu em 1845, em Portugal, numa cidade chamada Póvoa de Varzim. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, exerceu a advocacia, foi jornalista e, por fim, ingressou na carreira diplomática. Serviu em Cuba (Havana), na Inglaterra (Newcastle e Bristol) e na França (Paris), onde morreu, em 1900. Apesar de nunca ter vindo ao Brasil, escreveu folhetins, contos e crônicas para o jornal carioca Gazeta de Notícias de 1878 a 1897. Aos 41 anos, casou-se com Emília de Castro Pamplona e com ela ficou até o fim.
EÇA E O BRASIL
Filho e neto de brasileiros por parte de pai e criado por uma ama brasileira, Eça de Queiroz nunca chegou a vir ao Brasil, mas sua vida sempre esteve ligada de alguma forma ao nosso país. Além dos vínculos familiares e das colaborações com a Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, o escritor tinha muitos amigos brasileiros que encontrou em Londres e em Paris, como Olavo Bilac e o barão de Rio Branco. Isso tudo sem falar, é claro, do impacto de sua obra em terras tupiniquins. O também escritor Machado de Assis foi um forte crítico da obra do autor português por não apreciar as liberdades do realismo. Mas foram críticas como esta que divulgaram ainda mais o trabalho de Eça por conta dos diversos artigos em sua defesa.
MUSICA BAN SHAYLO
JHONN BEMVER
DIFISORA-37613600
Pi
Além de “O Primo Basílio”, Eça de Queiroz escreveu muitas outras obras que também se tornaram célebres. “O Crime do Padre Amaro” (1875-1876), “O Mandarim” (1880), “A Relíquia” (1887) e “Os Maias” (1888) – romance que já foi adaptado por Maria Adelaide Amaral para uma minissérie na TV Globo – são alguns exemplos.
A VIDA DO ESCRITOR
José Maria de Eça de Queiroz nasceu em 1845, em Portugal, numa cidade chamada Póvoa de Varzim. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, exerceu a advocacia, foi jornalista e, por fim, ingressou na carreira diplomática. Serviu em Cuba (Havana), na Inglaterra (Newcastle e Bristol) e na França (Paris), onde morreu, em 1900. Apesar de nunca ter vindo ao Brasil, escreveu folhetins, contos e crônicas para o jornal carioca Gazeta de Notícias de 1878 a 1897. Aos 41 anos, casou-se com Emília de Castro Pamplona e com ela ficou até o fim.
EÇA E O BRASIL
Filho e neto de brasileiros por parte de pai e criado por uma ama brasileira, Eça de Queiroz nunca chegou a vir ao Brasil, mas sua vida sempre esteve ligada de alguma forma ao nosso país. Além dos vínculos familiares e das colaborações com a Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, o escritor tinha muitos amigos brasileiros que encontrou em Londres e em Paris, como Olavo Bilac e o barão de Rio Branco. Isso tudo sem falar, é claro, do impacto de sua obra em terras tupiniquins. O também escritor Machado de Assis foi um forte crítico da obra do autor português por não apreciar as liberdades do realismo. Mas foram críticas como esta que divulgaram ainda mais o trabalho de Eça por conta dos diversos artigos em sua defesa.
MUSICA BAN SHAYLO
JHONN BEMVER
DIFISORA-37613600
Pi
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