21 Mai Temos presenciado o Barão de Araruna às voltas com suas sandices em Sinhá Moça. Até a mulher e a filha ele mandou para a senzala! Não tão perversos quanto o Coronel Ferreira, diversas personalidades históricas também perderam o juízo por um ou outro motivo. Selecionamos algumas delas pra refrescar a cuca...
Napoleão Bonaparte – o estereótipo dos lunáticos
Em que representação de hospício não há um paciente achando que é Napoleão Bonaparte? O militar, no entanto, levou a fama sem deitar na cama. São inconsistentes os indícios que apontam para uma efetiva insanidade do ex-imperador francês. Durante a época de glória, Napoleão liderou o melhor exército da Europa, que o levou a conquistar boa parte do continente. A batalha derradeira do célebre general foi a de Waterloo, contra os ingleses. Napoleão foi exilado na ilha de Santa Helena, no meio do Atlântico Sul, onde morreu em 1821.
D. Maria I (A Louca) – o nome já diz tudo
Maria I foi Rainha de Portugal entre 1777 e 1816. O codinome "A Louca" veio por conta de uma doença mental que ela passou a manifestar nos últimos 24 anos de vida. Totalmente perturbada, perdeu o trono para o filho - o futuro D. João VI -, que virou príncipe-regente em 1799. Em novembro de 1807, D. Maria veio com a família real para o Brasil, fugindo de Napoleão Bonaparte. É que o então imperador - esse mesmo do texto acima que ficou estigmatizado como a imagem do louco - invadira Portugal com seu exército imbatível.
Friedrich Nietzsche – pensar enlouquece
Um dos filósofos mais venerados do século XIX, o alemão Friedrich Nietzsche se considerava um pensador incompreendido. Durante quase toda a vida, o filósofo sofreu de uma saúde debilitada e andava atormentado com suas angústias filosóficas. Em janeiro de 1889, Nietzsche enlouqueceu abruptamente na cidade de Turim e jamais recuperou a razão. Acometido pela sífilis, ele não resistiu às limitações da doença, que o teriam levado à loucura
Napoleão Bonaparte – o estereótipo dos lunáticos
Em que representação de hospício não há um paciente achando que é Napoleão Bonaparte? O militar, no entanto, levou a fama sem deitar na cama. São inconsistentes os indícios que apontam para uma efetiva insanidade do ex-imperador francês. Durante a época de glória, Napoleão liderou o melhor exército da Europa, que o levou a conquistar boa parte do continente. A batalha derradeira do célebre general foi a de Waterloo, contra os ingleses. Napoleão foi exilado na ilha de Santa Helena, no meio do Atlântico Sul, onde morreu em 1821.
D. Maria I (A Louca) – o nome já diz tudo
Maria I foi Rainha de Portugal entre 1777 e 1816. O codinome "A Louca" veio por conta de uma doença mental que ela passou a manifestar nos últimos 24 anos de vida. Totalmente perturbada, perdeu o trono para o filho - o futuro D. João VI -, que virou príncipe-regente em 1799. Em novembro de 1807, D. Maria veio com a família real para o Brasil, fugindo de Napoleão Bonaparte. É que o então imperador - esse mesmo do texto acima que ficou estigmatizado como a imagem do louco - invadira Portugal com seu exército imbatível.
Friedrich Nietzsche – pensar enlouquece
Um dos filósofos mais venerados do século XIX, o alemão Friedrich Nietzsche se considerava um pensador incompreendido. Durante quase toda a vida, o filósofo sofreu de uma saúde debilitada e andava atormentado com suas angústias filosóficas. Em janeiro de 1889, Nietzsche enlouqueceu abruptamente na cidade de Turim e jamais recuperou a razão. Acometido pela sífilis, ele não resistiu às limitações da doença, que o teriam levado à loucura
Baiano genial
Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em 14 de março de 1847, numa fazenda pastoril em Cabaceiras, no interior Baiano. Depois que sua família mudou-se para Salvador, o médico Antônio Alves, pai do poeta, dedicou-se à clínica de homens livres e escravizados, sendo que os últimos podiam ser por ele internados a módicos preços. “Nem que fosse de relance, o menino Castro Alves presenciou, na clínica paterna, patéticas cenas de cativos negros curvados pelo duro esforço produtivo, pela doença e pelos maus tratos”, conta Mário Maestri.
A doença como estímulo
Em 1863, já consciente de sua vocação poética, Castro Alves dedicou-se pouco aos estudos regulamentares e muito à poesia. Em meados de 1863, com apenas 16 anos, descobriu que uma das grandes enfermidades de seu século, a tuberculose, também o alcançara. “Talvez a consciência da enfermidade precoce tenha contribuído para a intensidade com que se entregou à poesia, à luta abolicionista e à vida”, opina o historiador.
Jovem precoce
Ainda com 16 anos, Castro Alves escreveu seus primeiros versos claramente abolicionistas. “Naqueles anos, tal fenômeno não era nem normal, nem natural. Os filhos das elites nasciam e cresciam considerando que a submissão e exploração dos cativos fizessem parte da ordem das coisas, como hoje, para os filhos das elites, é normal que eles sejam servidos por empregados domésticos. Talvez o fato de a fortuna da família Castro Alves não se encontrasse ligada, ao menos diretamente, à sorte da produção escravista tenha facilitado o distanciamento do menino em relação à ordem negreira”, esclarece Mário. Em 1868, o poeta chegou em São Paulo. Lá fixou residência e inscreveu-se na Escola de Direito, onde estudava também o futuro líder abolicionista Joaquim Nabuco.
Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em 14 de março de 1847, numa fazenda pastoril em Cabaceiras, no interior Baiano. Depois que sua família mudou-se para Salvador, o médico Antônio Alves, pai do poeta, dedicou-se à clínica de homens livres e escravizados, sendo que os últimos podiam ser por ele internados a módicos preços. “Nem que fosse de relance, o menino Castro Alves presenciou, na clínica paterna, patéticas cenas de cativos negros curvados pelo duro esforço produtivo, pela doença e pelos maus tratos”, conta Mário Maestri.
A doença como estímulo
Em 1863, já consciente de sua vocação poética, Castro Alves dedicou-se pouco aos estudos regulamentares e muito à poesia. Em meados de 1863, com apenas 16 anos, descobriu que uma das grandes enfermidades de seu século, a tuberculose, também o alcançara. “Talvez a consciência da enfermidade precoce tenha contribuído para a intensidade com que se entregou à poesia, à luta abolicionista e à vida”, opina o historiador.
Jovem precoce
Ainda com 16 anos, Castro Alves escreveu seus primeiros versos claramente abolicionistas. “Naqueles anos, tal fenômeno não era nem normal, nem natural. Os filhos das elites nasciam e cresciam considerando que a submissão e exploração dos cativos fizessem parte da ordem das coisas, como hoje, para os filhos das elites, é normal que eles sejam servidos por empregados domésticos. Talvez o fato de a fortuna da família Castro Alves não se encontrasse ligada, ao menos diretamente, à sorte da produção escravista tenha facilitado o distanciamento do menino em relação à ordem negreira”, esclarece Mário. Em 1868, o poeta chegou em São Paulo. Lá fixou residência e inscreveu-se na Escola de Direito, onde estudava também o futuro líder abolicionista Joaquim Nabuco.
O historiador Mário Maestri faz uma análise da mais célebre das poesias de Castro Alves: “Violenta bofetada nas elites escravistas, ‘O Navio Negreiro’ é certamente a poesia nacional mais conhecida. Nela, o navio tumbeiro é utilizado como alegoria da imensa nação que encobria, com sua bandeira, a ordem negreira. Após descrever um navio que, ao longe, navega alegre no oceano, o poeta aproxima-se dele para falar, com imagens pungentes, das mulheres e dos homens negros arrancados de sua terra e arrastados para a nação escravista. Na sexta e última parte do poema, amaldiçoa a bandeira e a nacionalidade que se prestavam a esse crime.”
Experiências sensuais nas poesias
O historiador conta que, em relação às poesias de amor - como ‘O Laço de Fita’, que Rodolfo já recitou para Sinhá Moça na trama - o jovem Castro Alves afastava-se radicalmente dos outros escritores românticos de seu tempo. “Os biógrafos de Castro Alves destacam o caráter profundamente sensual de sua poesia lírica. Quando descrevia, com sensíveis imagens, os alvos ou morenos seios de seus amores, não se tratavam de gentis metáforas sobre a feminilidade de suas musas, mas sim da sublimação poética de experiências materializadas”, explica Mário.
Castro Alves nos dias de hoje
Apesar de expressar em grande parte os problemas dos escravos, a obra de Castro Alves mantém a atualidade por conta de suas mensagens de luta contra as injustiças sociais. “Ao expressar as contradições sociais profundas de sua época, a poesia de Castro Alves jamais gozou ou poderia gozar de um reconhecimento social unânime. Mais de 130 anos após a morte do poeta, o espectro de sua obra continua a rondar a consciência dos vivos com o seu grito desesperado de liberdade social”, conclui Mário Maestri.
Experiências sensuais nas poesias
O historiador conta que, em relação às poesias de amor - como ‘O Laço de Fita’, que Rodolfo já recitou para Sinhá Moça na trama - o jovem Castro Alves afastava-se radicalmente dos outros escritores românticos de seu tempo. “Os biógrafos de Castro Alves destacam o caráter profundamente sensual de sua poesia lírica. Quando descrevia, com sensíveis imagens, os alvos ou morenos seios de seus amores, não se tratavam de gentis metáforas sobre a feminilidade de suas musas, mas sim da sublimação poética de experiências materializadas”, explica Mário.
Castro Alves nos dias de hoje
Apesar de expressar em grande parte os problemas dos escravos, a obra de Castro Alves mantém a atualidade por conta de suas mensagens de luta contra as injustiças sociais. “Ao expressar as contradições sociais profundas de sua época, a poesia de Castro Alves jamais gozou ou poderia gozar de um reconhecimento social unânime. Mais de 130 anos após a morte do poeta, o espectro de sua obra continua a rondar a consciência dos vivos com o seu grito desesperado de liberdade social”, conclui Mário Maestri.
FÃ DE EÇA DE QUEIROZ
Um dos maiores autores da literatura portuguesa, Eça de Queiroz caiu nas graças de Ana do Véu! Autor de romances que são um clássico no nosso idioma, o escritor é reverenciado até os dias de hoje. Conheça um pouco sobre a vida e a obra do romancista que tem feito a imaginação da personagem de Sinhá Moça viajar por um mundo cheio de novas sensações!
‘O PRIMO BASÍLIO’- CONHEÇA A HISTÓRIA
Publicado em 1878, “O Primo Basílio” que tanto fascina Ana do Véu faz uma análise sobre o casamento e o comportamento burguês da sociedade lisboeta da época. Luísa, a personagem principal, é frágil, sonhadora e romântica. Ela é casada com Jorge, um engenheiro, mas não o ama. Certa vez, Jorge viaja e Luísa fica sozinha, entregue a uma vida de tédio, já que não tem ocupação. Um dia, recebe a visita de seu primo Basílio, antigo namorado, recém-chegado do Brasil. Os dois tornam-se amantes em pouco tempo. Mas Luísa não contava com a sordidez de Juliana, sua criada. A serviçal descobre o relacionamento e intercepta a correspondência da patroa. De posse das cartas comprometedoras do casal de amantes, Juliana chantageia Luísa. Esta, desesperada, propõe a Basílio que fujam, mas ele não aceita a proposta e parte sozinho para Paris. À mercê de Juliana, Luísa não tem outra saída: é obrigada a fazer o serviço doméstico no lugar da empregada e sua situação fica insustentável. Jorge retorna e estranha bastante a condição da mulher. Desesperada, Luísa pede ajuda ao amigo Sebastião, que pressiona Juliana e recupera as cartas comprometedoras. A criada morre. Luísa fica doente em seguida. Um dia, recebe de Basílio uma carta, que Jorge lê. É dessa forma que ele toma conhecimento das relações entre a mulher e o primo. Quando mostra a carta a Luísa, ela, num gesto romântico, mas quase convalescente, delira e entra em estado irrecuperável. Acaba morrendo.
Um dos maiores autores da literatura portuguesa, Eça de Queiroz caiu nas graças de Ana do Véu! Autor de romances que são um clássico no nosso idioma, o escritor é reverenciado até os dias de hoje. Conheça um pouco sobre a vida e a obra do romancista que tem feito a imaginação da personagem de Sinhá Moça viajar por um mundo cheio de novas sensações!
‘O PRIMO BASÍLIO’- CONHEÇA A HISTÓRIA
Publicado em 1878, “O Primo Basílio” que tanto fascina Ana do Véu faz uma análise sobre o casamento e o comportamento burguês da sociedade lisboeta da época. Luísa, a personagem principal, é frágil, sonhadora e romântica. Ela é casada com Jorge, um engenheiro, mas não o ama. Certa vez, Jorge viaja e Luísa fica sozinha, entregue a uma vida de tédio, já que não tem ocupação. Um dia, recebe a visita de seu primo Basílio, antigo namorado, recém-chegado do Brasil. Os dois tornam-se amantes em pouco tempo. Mas Luísa não contava com a sordidez de Juliana, sua criada. A serviçal descobre o relacionamento e intercepta a correspondência da patroa. De posse das cartas comprometedoras do casal de amantes, Juliana chantageia Luísa. Esta, desesperada, propõe a Basílio que fujam, mas ele não aceita a proposta e parte sozinho para Paris. À mercê de Juliana, Luísa não tem outra saída: é obrigada a fazer o serviço doméstico no lugar da empregada e sua situação fica insustentável. Jorge retorna e estranha bastante a condição da mulher. Desesperada, Luísa pede ajuda ao amigo Sebastião, que pressiona Juliana e recupera as cartas comprometedoras. A criada morre. Luísa fica doente em seguida. Um dia, recebe de Basílio uma carta, que Jorge lê. É dessa forma que ele toma conhecimento das relações entre a mulher e o primo. Quando mostra a carta a Luísa, ela, num gesto romântico, mas quase convalescente, delira e entra em estado irrecuperável. Acaba morrendo.
Além de “O Primo Basílio”, Eça de Queiroz escreveu muitas outras obras que também se tornaram célebres. “O Crime do Padre Amaro” (1875-1876), “O Mandarim” (1880), “A Relíquia” (1887) e “Os Maias” (1888) – romance que já foi adaptado por Maria Adelaide Amaral para uma minissérie na TV Globo – são alguns exemplos.
A VIDA DO ESCRITOR
José Maria de Eça de Queiroz nasceu em 1845, em Portugal, numa cidade chamada Póvoa de Varzim. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, exerceu a advocacia, foi jornalista e, por fim, ingressou na carreira diplomática. Serviu em Cuba (Havana), na Inglaterra (Newcastle e Bristol) e na França (Paris), onde morreu, em 1900. Apesar de nunca ter vindo ao Brasil, escreveu folhetins, contos e crônicas para o jornal carioca Gazeta de Notícias de 1878 a 1897. Aos 41 anos, casou-se com Emília de Castro Pamplona e com ela ficou até o fim.
EÇA E O BRASIL
Filho e neto de brasileiros por parte de pai e criado por uma ama brasileira, Eça de Queiroz nunca chegou a vir ao Brasil, mas sua vida sempre esteve ligada de alguma forma ao nosso país. Além dos vínculos familiares e das colaborações com a Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, o escritor tinha muitos amigos brasileiros que encontrou em Londres e em Paris, como Olavo Bilac e o barão de Rio Branco. Isso tudo sem falar, é claro, do impacto de sua obra em terras tupiniquins. O também escritor Machado de Assis foi um forte crítico da obra do autor português por não apreciar as liberdades do realismo. Mas foram críticas como esta que divulgaram ainda mais o trabalho de Eça por conta dos diversos artigos em sua defesa.
MUSICA BAN SHAYLO
JHONN BEMVER
DIFISORA-37613600
A VIDA DO ESCRITOR
José Maria de Eça de Queiroz nasceu em 1845, em Portugal, numa cidade chamada Póvoa de Varzim. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, exerceu a advocacia, foi jornalista e, por fim, ingressou na carreira diplomática. Serviu em Cuba (Havana), na Inglaterra (Newcastle e Bristol) e na França (Paris), onde morreu, em 1900. Apesar de nunca ter vindo ao Brasil, escreveu folhetins, contos e crônicas para o jornal carioca Gazeta de Notícias de 1878 a 1897. Aos 41 anos, casou-se com Emília de Castro Pamplona e com ela ficou até o fim.
EÇA E O BRASIL
Filho e neto de brasileiros por parte de pai e criado por uma ama brasileira, Eça de Queiroz nunca chegou a vir ao Brasil, mas sua vida sempre esteve ligada de alguma forma ao nosso país. Além dos vínculos familiares e das colaborações com a Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, o escritor tinha muitos amigos brasileiros que encontrou em Londres e em Paris, como Olavo Bilac e o barão de Rio Branco. Isso tudo sem falar, é claro, do impacto de sua obra em terras tupiniquins. O também escritor Machado de Assis foi um forte crítico da obra do autor português por não apreciar as liberdades do realismo. Mas foram críticas como esta que divulgaram ainda mais o trabalho de Eça por conta dos diversos artigos em sua defesa.
MUSICA BAN SHAYLO
JHONN BEMVER
DIFISORA-37613600
PATÊ DE ALHO II
Bater no liquidificador:
3 dentes de alho
1 copo de leite
1 colher (sobremesa) rasa de sal
óleo até dar ponto
ÓTIMO
Fica melhor que maionese e não vai ovo!!!!! e preparem uma baguette para comer muuuuuuuuito!!!
PATÊ EXPLOSÃO DE ALHO
- 1 queijo cremoso redondo gelado
- 5 colher de sopa de alho bem dourado já frito em azeite
- Azeite da fritura do alho
PATÊ DE CENOURA COM AZEITONAS
2 cenouras grandes
1 pimentão pequeno
1 cebola média
1 dente de alho
1/2 copo de oleo
1 e 1/2 copo de leite frio
1/2 pimenta dedo de moça
sal a gosto
1/2 xicara de azeitona preta bem picada (pode ser passada no processador, mas não deixe virar pasta)
Bata todos os ingrediente no liquidificador, menos a azeitona preta, coloque em uma panela e cozinhe em fogo médio até engrossar um pouco, deixe esfriar e misture as azeitonas e sirva em pão de forma, ou então não misture as azeitonas e sirva em canapés com um pedacinho de azeitona em cima.
PATÊ DE FRANGO
1 peito de frango cozido e desfiado
1 vidro de maionese (500g)
1 lata de milho escorrido
½ xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
sal e pimenta-do-reino a gosto
• Misture todos os ingredientes. Sirva com torradas ou pão de fôrma.
PATÊ DE ATUM
1 lata de atum
1 cebola picada
½ xícara (chá) de salsa picada
1 vidro de maionese (250g)
1 colher de sopa rasa de colorau
sal e pimenta-do-reino a gosto
• Misture todos os ingredientes e leve a geladeira. Sirva com torradas ou pão de fôrma.
PATÊ PARA ACOMPANHAR CHURRASCO
1 copo de óleo
1/2 copo de vinagre
2 a 3 dentes de alho
1 cebola média
1 lata, de 140g, de extrato de tomate
1/2 noz moscada ralada
1 maço de cheiro verde
sal à gosto
pimenta do reino a gosto
Colocar todos os ingredientes em um copo de liquidificador e bater bem até formar uma massa densa. Caso fique sem consistência, acrescentar um pouco a mais de óleo.
Receita de Luis César Fogaça Lobão
Bater no liquidificador:
3 dentes de alho
1 copo de leite
1 colher (sobremesa) rasa de sal
óleo até dar ponto
ÓTIMO
Fica melhor que maionese e não vai ovo!!!!! e preparem uma baguette para comer muuuuuuuuito!!!
PATÊ EXPLOSÃO DE ALHO
- 1 queijo cremoso redondo gelado
- 5 colher de sopa de alho bem dourado já frito em azeite
- Azeite da fritura do alho
PATÊ DE CENOURA COM AZEITONAS
2 cenouras grandes
1 pimentão pequeno
1 cebola média
1 dente de alho
1/2 copo de oleo
1 e 1/2 copo de leite frio
1/2 pimenta dedo de moça
sal a gosto
1/2 xicara de azeitona preta bem picada (pode ser passada no processador, mas não deixe virar pasta)
Bata todos os ingrediente no liquidificador, menos a azeitona preta, coloque em uma panela e cozinhe em fogo médio até engrossar um pouco, deixe esfriar e misture as azeitonas e sirva em pão de forma, ou então não misture as azeitonas e sirva em canapés com um pedacinho de azeitona em cima.
PATÊ DE FRANGO
1 peito de frango cozido e desfiado
1 vidro de maionese (500g)
1 lata de milho escorrido
½ xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
sal e pimenta-do-reino a gosto
• Misture todos os ingredientes. Sirva com torradas ou pão de fôrma.
PATÊ DE ATUM
1 lata de atum
1 cebola picada
½ xícara (chá) de salsa picada
1 vidro de maionese (250g)
1 colher de sopa rasa de colorau
sal e pimenta-do-reino a gosto
• Misture todos os ingredientes e leve a geladeira. Sirva com torradas ou pão de fôrma.
PATÊ PARA ACOMPANHAR CHURRASCO
1 copo de óleo
1/2 copo de vinagre
2 a 3 dentes de alho
1 cebola média
1 lata, de 140g, de extrato de tomate
1/2 noz moscada ralada
1 maço de cheiro verde
sal à gosto
pimenta do reino a gosto
Colocar todos os ingredientes em um copo de liquidificador e bater bem até formar uma massa densa. Caso fique sem consistência, acrescentar um pouco a mais de óleo.
Receita de Luis César Fogaça Lobão
Faça 3 correntinhas( conte como 1 meio ponto alto)
1carr: na terceiro ponto a partir da agulha faça 1 mpa por 7 X .(Ficam 8mpa.)
2carr:2mpa em cada p.da carr anterior. (Ficam 16mpa.)
3 carr: 1mpa no primeiro ponto,2mpa no segundo.Repetir (Ficam 24mpa.)
4carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa no próximo ponto,2mpa no próximo ponto.Repetir(Ficam 32mpa.)
5carr:1mpa no primeiro ponto, 1mpa nos próximos 2 pontos,2mpa no próximo.Repetir (Ficam 40mpa.)
6carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa nos próximos 3 pontos,2mpa no próximo.Repetir.(Ficam 48mpa.)
7 carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa nos próximos 4 pontos,2mpa no próximo.Repetir(Ficam 56mpa.)
8carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa nos próximos 5 pontos,2mpa no próximo.Repetir(Ficam 64mpa)
9carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa nos próximos 6 pontos,2mpa no próximo .Repetir(Ficam 72mpa)
Para terminar o círculo faça 1 p.baixo no primeiro p.e 1 pbaixíssimo.
PÉTALAS
1carr: começando no miolinho. Coloque a linha e faça (1pb,mpa,mpa) ,no próximo ponto(mpa,mpa,pb),pb. nos próximos 2 pontos.Repetir por mais 2 vezes. São as pétalas do miolinho.
2carr: (mpa,pa,pa.)no ponto
(pa por 3 X)no próximo ponto.
(pa,pa,mpa)no próximo ponto.
p.baixíssimo nos próximos 2 pontos
Repetir por toda a volta formando as pétalas da flor.Termine com 1 p.baixíssimo no último p
1carr: na terceiro ponto a partir da agulha faça 1 mpa por 7 X .(Ficam 8mpa.)
2carr:2mpa em cada p.da carr anterior. (Ficam 16mpa.)
3 carr: 1mpa no primeiro ponto,2mpa no segundo.Repetir (Ficam 24mpa.)
4carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa no próximo ponto,2mpa no próximo ponto.Repetir(Ficam 32mpa.)
5carr:1mpa no primeiro ponto, 1mpa nos próximos 2 pontos,2mpa no próximo.Repetir (Ficam 40mpa.)
6carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa nos próximos 3 pontos,2mpa no próximo.Repetir.(Ficam 48mpa.)
7 carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa nos próximos 4 pontos,2mpa no próximo.Repetir(Ficam 56mpa.)
8carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa nos próximos 5 pontos,2mpa no próximo.Repetir(Ficam 64mpa)
9carr:1mpa no primeiro ponto,1mpa nos próximos 6 pontos,2mpa no próximo .Repetir(Ficam 72mpa)
Para terminar o círculo faça 1 p.baixo no primeiro p.e 1 pbaixíssimo.
PÉTALAS
1carr: começando no miolinho. Coloque a linha e faça (1pb,mpa,mpa) ,no próximo ponto(mpa,mpa,pb),pb. nos próximos 2 pontos.Repetir por mais 2 vezes. São as pétalas do miolinho.
2carr: (mpa,pa,pa.)no ponto
(pa por 3 X)no próximo ponto.
(pa,pa,mpa)no próximo ponto.
p.baixíssimo nos próximos 2 pontos
Repetir por toda a volta formando as pétalas da flor.Termine com 1 p.baixíssimo no último p
Costure as 2 partes da bolsa por 45 pontos.Para a boca levante alguns pontos e coloca-se as alças .
D:\Meus documentos\Artesanato na Rede - o MAIOR portal de artesanato na internet brasileira.htm
D:\Meus documentos\CROCHE BARBANTE.htm
D:\Meus documentos\Crochêmalhas - A sua loja especializada em Tricô e Crochê.htm
D:\Meus documentos\Entre fios e sonhos Tapete com flor de crochê.htm
São Pedro
HISTÓRIA
Tambem chamado de Simão Pedro ou Crphas(a rocha) foi
o primeiro PAPA ,foi o principe dos apóstolos e o fundador junto
com São Paulo _da Santa Fé de Roma.Filho de Jão
HISTÓRIA
Tambem chamado de Simão Pedro ou Crphas(a rocha) foi
o primeiro PAPA ,foi o principe dos apóstolos e o fundador junto
com São Paulo _da Santa Fé de Roma.Filho de Jão
Arroz integral temperado
Ingredientes
1 xícara de arroz integral
2 xícaras de água
½ xícara de vagem picada
½ xícara de uva passa escura
1 cenoura média picada em cubos
1 xícara de milho verde
cozido
½ xícara de castanha de caju picada
1 cebola média picada
2 colheres (sopa) de manteiga ou azeite
2 colheres (sopa) de gergelim torrado
Salsinha e cebolinha
Sal a gosto
Preparo
Numa panela de pressão pequena coloque a água e o arroz. Quando pegar pressão, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 15 minutos. Apague o fogo e reserve. Coloque a vagem e a cenoura para cozinhar no vapor. Quando os legumes estiverem tenros apague o fogo. Refogue a cebola na manteiga ou azeite, junte os legumes e deixe refogar um pouco. Acrescente o arroz e misture bem. Acrescente a salsinha e salpique com gergelim.
Ingredientes
1 xícara de arroz integral
2 xícaras de água
½ xícara de vagem picada
½ xícara de uva passa escura
1 cenoura média picada em cubos
1 xícara de milho verde
cozido
½ xícara de castanha de caju picada
1 cebola média picada
2 colheres (sopa) de manteiga ou azeite
2 colheres (sopa) de gergelim torrado
Salsinha e cebolinha
Sal a gosto
Preparo
Numa panela de pressão pequena coloque a água e o arroz. Quando pegar pressão, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 15 minutos. Apague o fogo e reserve. Coloque a vagem e a cenoura para cozinhar no vapor. Quando os legumes estiverem tenros apague o fogo. Refogue a cebola na manteiga ou azeite, junte os legumes e deixe refogar um pouco. Acrescente o arroz e misture bem. Acrescente a salsinha e salpique com gergelim.
http://www.ilmioangolodiparadiso.it/unci netto/fiori_ad_uncinetto.htm
fiori ad incinetto
fiori ad incinetto
PIER PAOLO PICCHI
Anchova mediterrânea
4 pessoas
45 minutos
fácil
Ingredientes
1 anchova inteira (de aproximadamente 2 quilos)
1 cebola
2 tomates
2 abobrinha
Azeitonas a gosto
100 ml de vinho branco
Alecrim fresco a gosto
Azeite a gosto
Sal a gosto
Pimenta
Preparo
Tempere a anchova com sal e pimenta. Em uma assadeira coloque o peixe e em volta os legumes cortados em fatias grossas. Coloque também um ramo de alecrim. Despeje o vinho branco e o azeite no peixe. Leve ao forno a 180ºC por mais ou menos 30 minutos. Durante o cozimento, regue o peixe com o caldo da assadeira a cada 10 minutos. Para saber se o peixe está pronto, espete com um palito: quando não houver resistência, o peixe está no ponto. Sirva-o na própria assadeira.
Anchova mediterrânea
4 pessoas
45 minutos
fácil
Ingredientes
1 anchova inteira (de aproximadamente 2 quilos)
1 cebola
2 tomates
2 abobrinha
Azeitonas a gosto
100 ml de vinho branco
Alecrim fresco a gosto
Azeite a gosto
Sal a gosto
Pimenta
Preparo
Tempere a anchova com sal e pimenta. Em uma assadeira coloque o peixe e em volta os legumes cortados em fatias grossas. Coloque também um ramo de alecrim. Despeje o vinho branco e o azeite no peixe. Leve ao forno a 180ºC por mais ou menos 30 minutos. Durante o cozimento, regue o peixe com o caldo da assadeira a cada 10 minutos. Para saber se o peixe está pronto, espete com um palito: quando não houver resistência, o peixe está no ponto. Sirva-o na própria assadeira.
ANCHOVA MEDITERRÂNEA (PARA 4 PESSOAS)
Ingredientes
1 anchova inteira (aproximadamente 2 quilos)
1 cebola
2 tomates
2 abobrinha
Azeitonas a gosto
100 ml de vinho branco
Alecrim fresco a gosto
Azeite a gosto
Sal e pimenta
Preparo
Tempere a anchova com sal e pimenta.
Em uma assadeira coloque o peixe e em volta os legumes cortados em fatias grossas. Coloque também um ramo de alecrim.
Regue o peixe com vinho branco e azeite.
Leve ao forno a 180ºC por mais ou menos 30 minutos.
Durante o cozimento vá regando o peixe com o caldo da assadeira a cada 10 minutos.
Para saber se o peixe está pronto, espete com um palito, quando não houver resistência o peixe está no ponto.
Sirva-o na própria assadeira
FILÉ DE ANCHOVA COM PALMITO PUPUNHA, ABOBRINHA E AZEITONA ( PARA 2 PESSOAS)
Ingredientes
2 Filés de anchova
1 abobrinha italiana
100g palmito pupunha
Azeitonas pretas a gosto
Orégano fresco a gosto
100ml de azeite
Sal e pimenta a gosto
Preparo
Corte em pequenos cubos o palmito e a abobrinha.
Em uma frigideira com azeite, refogue em fogo alto o palmito e depois a abobrinha. Por último adicione as azeitonas. Tempere com sal, pimenta e orégano a gosto. Reserve.
Tempere os filés de anchova com sal e pimenta a gosto. Em um frigideira com azeite, grelhe os files pelo lado da pele primeiro. Depois o outro lado.
Montagem: coloque os legumes no centro do prato e sobre eles, o peixe. Regue com bastante azeite e sirva.
Ingredientes
1 anchova inteira (aproximadamente 2 quilos)
1 cebola
2 tomates
2 abobrinha
Azeitonas a gosto
100 ml de vinho branco
Alecrim fresco a gosto
Azeite a gosto
Sal e pimenta
Preparo
Tempere a anchova com sal e pimenta.
Em uma assadeira coloque o peixe e em volta os legumes cortados em fatias grossas. Coloque também um ramo de alecrim.
Regue o peixe com vinho branco e azeite.
Leve ao forno a 180ºC por mais ou menos 30 minutos.
Durante o cozimento vá regando o peixe com o caldo da assadeira a cada 10 minutos.
Para saber se o peixe está pronto, espete com um palito, quando não houver resistência o peixe está no ponto.
Sirva-o na própria assadeira
FILÉ DE ANCHOVA COM PALMITO PUPUNHA, ABOBRINHA E AZEITONA ( PARA 2 PESSOAS)
Ingredientes
2 Filés de anchova
1 abobrinha italiana
100g palmito pupunha
Azeitonas pretas a gosto
Orégano fresco a gosto
100ml de azeite
Sal e pimenta a gosto
Preparo
Corte em pequenos cubos o palmito e a abobrinha.
Em uma frigideira com azeite, refogue em fogo alto o palmito e depois a abobrinha. Por último adicione as azeitonas. Tempere com sal, pimenta e orégano a gosto. Reserve.
Tempere os filés de anchova com sal e pimenta a gosto. Em um frigideira com azeite, grelhe os files pelo lado da pele primeiro. Depois o outro lado.
Montagem: coloque os legumes no centro do prato e sobre eles, o peixe. Regue com bastante azeite e sirva.
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